Na exposição “Sempre Algo Entre Nós” (2016), o educativo Dialogum recebeu escolas públicas da zona leste no SESC Belenzinho. A pesquisa “Luz e sombra no espaço expositivo” se desdobrou em algumas ações de intervenção, usando os projetores dos artistas Flavia Mielnik e Felipe Acácio.
 O dispositivo usado foi transparências queimadas por processo químico e gráfico, que geralmente é descartado, disponibilizado por Amanda Cuesta, grampeado em craft para o manuseio.
O acolhimento aconteceu como uma breve explicação sobre o funcionamento de slides, películas e projetores, criando uma micro câmera para a projeção de um desenho com lanterna. As crianças, então, elaboraram seus próprios ‘frames’ e a visita fluiu como uma intervenção à obra do outro, apropriação do espaço pelo público, construções de narrativas efêmeras, experimentação com a sobreposição de transparências e refração da luz.
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